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06 dezembro 2015

Fora do lugar

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Já á algum tempo venho notando que não me encaixo em lugar nenhum. Não, estou sendo clichê ou me vitimizando, mas já algum tempo venho sentindo essa solidão meio que vazio. A sociedade querendo ou não é um amontoado de círculos, e parece que é normal você fazer parte de alguém. Mas me pergunto muitas vezes (parece que agora mais que nunca),  e aqueles que não se sentem parte deste círculo o que devem fazer?  

26 setembro 2011

Segunda-feira

Me vê uma rodada de vida boa, com uma porção extra de amor, uma boa dose de amizades verdadeiras e boas músicas para acompanhar! E se tiver dinheiro aí, pode incluir no pedido.
Ás margens do rio Araguaia, em Barra do Garças minha cidade natal.
 
 

28 novembro 2010

A Faxina



Copiado desacaradamente do Papo de comadre e do Velho Sabio  dois sites ótimos  o primeiro sobre dicas para ser usadas no dia dia, e o outro sobre mensagen para refletir. È imprescionante como é o destino, eu ando pela internet lendo procurando e cavando sobre várias coisas e no Twitter achei esse texto tuitado pelo Papo de comadre.E vou deixar aqui para todos lerem e relerem se quiserem, repassarem se acharem que vale a pena. Hoje é domingo, dia de planejar a faxina da semana, na minha casa no Brasil dia de faxina é na sexta, ainda mais agora que está chegando o Natal ela fica bem concentrada ela adora o Natal. Espero que gostem do texto:

Estava precisando fazer uma faxina em mim…
Jogar alguns pensamentos indesejáveis fora
Lavar alguns tesouros que andavam meio que enferrujados…
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões…
Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei…
Joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li…
Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas
E as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência!
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
Paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste…
Mas, lá também havia outras coisas… e belas!
Um passarinho cantando na minha janela
Aquela lua cor de prata, o pôr-do-sol…
Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças…
Sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas.
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima, pois quase não as uso, e também joguei fora no mesmo instante!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, se as esqueço lá mesmo ou se mando para o lixão.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante:
O amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos…
Como foi bom relembrar tudo aquilo!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as a mostra, para não perdê-las de vista.
Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar!