21 junho 2018

Dedão quebrado

Rugby Norges Cup
Fragmento de osso quebrado, rotou 90 graus :😕
 Desde 2017 comecei a praticar Rugby em Bergen, e no final de maio, bem perto do inicio de ferias de verão a bonita aqui quebrou o dedão da forma mais difícil fazendo com que o dedão tenha que ficar imobilizado por meio de gessos e pinos fazendo a vida que já não e fácil ficar pior.
os projetos como voltar a publicar, e escrever e compartilhar as experiências daqui irão ficar um pouco mais difíceis mas não impossíveis.
 dedão após a cirurgia com pinos e gesso
A parte mais engraçada foi ficar que achei que era só uma torção e coloquei gelo, joguei a Norges Cup com dedo quebrado e tive uma concussão.  Na semana seguinte fui a emergência e me disseram que não me aceitavam por já não se tratar de emergência.
 Tive que pedir uma consulta emergencial com o clinico geral, ele e quem decide encaminhamento para o especialista. tirei raio x, e voltei na emergência pois o dedo estava claramente quebrado. La me avisaram que era caso de cirurgia. E deveria voltar pra casa esperar ser chamada, duas semanas depois de ter quebrado o dedo e uma de espera com o dedo quebrado ( a impressão é que dói ao se saber do problema) e agora estou de molho dos pinos ate julho.
Depois vou precisar de usar uma tala de proteção para que o osso se fortifique. E esperar e considerar que as ferias esse ano para mim serão curtas e limitadas 😞
Pronta pra jogar.

Comece de novo


Texto de Joanna de Angelis, do livro “Conflitos Existenciais”, psicografado por Divaldo Franco
Duas são as causas psicológicas da culpa: a que procede da sombra escura do passado, da consciência que se sente responsável por males que haja praticado em relação a outrem e a que tem sua origem na infância, como decorrência da educação que é ministrada.
A culpa é resultado da raiva que alguém sente contra si mesmo, voltada para dentro, em forma de sensação de algo que foi feito erradamente.
Este procedimento preexiste à vida física, porque originário, na sua primeira proposta, como gravame cometido contra o próximo, que gerou conflito de consciência.
Quando a ação foi desencadeada, a raiva, o ódio ou o desejo de vingança, ou mesmo a inconsequência moral, não se permitiram avaliação do desatino, atendendo ao impulso nascido na mesquinhez ou no primarismo pessoal. Lentamente, porém, o remorso gerou o fenômeno de identificação do erro, mas não se fez acompanhar de coragem para a conveniente reparação, transferindo para os arquivos do Espírito o conflito em forma de culpa, que reassuma facilmente ante o desencadear de qualquer ocorrência produzida pela associação de ideias condutora da lembrança inconsciente.

Casa com piscina e noticias

A vida por aqui tem sido bem corrida e difícil, pra mim até chata, tenho tido vontade de escrever mas sido impossibilitada, meu pc  andou me dando problemas, o curso de norueguês dores de cabeça e agora um dedo quebrado em verão cheio de planos me deixou sem muita opção. Vou publicando aqui o que der.


Foto de 2014, na tao sonhada piscina de minha amiga em Luanda minha despedida da África
Há um tempo, cheguei à conclusão de que às vezes levamos a vida exatamente da mesma maneira que as pessoas que têm piscina em casa. Para pra pensar só. Se você tem piscina em casa, ela fica ali, sempre esperando para ser usada. Na maioria das vezes, meio suja, sem reparos. Daí você liga num canal da TV no meio de janeiro e vê a meteorologista falando que o próximo fim de semana pode ser o mais quente dos últimos 10 anos. Então você arregaça as mangas e pensa: esse seria um bom momento para limpar a piscina e usar umas três vezes até o próximo ano.

18 maio 2016

Um ano de Noruega


Testando meus dotes artesanais. Meu coração dividido em duas terras



Lembre-se de levar pao para os patinhos.
Nossa um ano se passou, cheguei em terras norueguesas dia 16 de maio de 2015, pronta pra encarar um novo desafio. Ainda não encontrei meu lugar, mas é algo a se comemorar.

06 dezembro 2015

Fora do lugar

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Já á algum tempo venho notando que não me encaixo em lugar nenhum. Não, estou sendo clichê ou me vitimizando, mas já algum tempo venho sentindo essa solidão meio que vazio. A sociedade querendo ou não é um amontoado de círculos, e parece que é normal você fazer parte de alguém. Mas me pergunto muitas vezes (parece que agora mais que nunca),  e aqueles que não se sentem parte deste círculo o que devem fazer?  

25 agosto 2015

E lá se vão 3 meses na Noruega


Festplassen, Bergen

Não você não leu errado, estamos aqui sim, (tanto tempo? Pra mim passou se arrastando!) o Marido desde fevereiro e eu desde maio. Estamos em casa em Bergen, tentando se adaptar a nova realidade.
Nunca morri de amores por essa terra, então quem me conhece já deve imaginar como está sendo uma batalha.
Outros sei que irão torcer o nariz e dizer mas você sempre falava sobre Angola e como era difícil lá.
Imaginem vocês, sair de um país em que tudo e mais difícil, mas você fala uma língua igual (alguns dirão similar), e onde é sol 360 dias do ano, sim é como o Brasil, quente, com sol, quase não chove por aquelas bandas... E de repente ir para um país escandinavo onde mesmo o verão é como um inverno brasileiro, (lembra de novo sou do Mato Grosso, lá frio só tarde da noite ou de madrugada) e o calor é ano inteiro. Para meu azar, o nosso (coitado do marido) esse verão na Noruega foi o pior da história (m* bem grande). Contou-se nos dedos o dia de sol e calor, muita chuva, ventania e frio se fizeram presentes.

Então não tem me ajudado grandes coisas, pois toda mudança é difícil, a gente tem que se readaptar e se organizar. A mas o marido é noruga, é da terra, sim mas ele morou 8,5 anos fora (em Angola) a adaptação dele tem sido tão sofrida como a minha. Não temos amigos ainda por aqui, moramos em apartamento, ele continua na mesma empresa, mas há muita gente nova em comparação com as que ele conhecia no passado, e o clima não ajuda nada.

10 maio 2015

Como foi sua Páscoa?

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A minha não foi uma maravilha  porque o marido esta em casa na Noruega e eu aqui no Brasil. Não fico triste de estar no Brasil, na verdade morar longe me deixa triste, apesar de tantos problemas, “não há lugar como nosso lar”. 


04 março 2015

E você o que tem feito para poupar agua?



 "A água de boa qualidade é como a saúde ou a liberdade, só tem valor quando acaba"
Guimarães Rosa









Sim, ainda estou no Brasil e sim, estou ficando louca, obra acaba com o bom humor (acreditem tenho de sobra) de qualquer ser humano.
Vim dar o ar da graça e falar sobre um assunto que anda aparecendo muito na televisão e nos jornais brasileiros, acredito até que mundial: A falta de água.  Essa coisa louca que está atingindo muitas cidade do nosso "Brasil Veranil" a falta de agua, e em alguns casos excesso dela. Nesta mesma época estava em casa no Brasil e ficamos muitos centímetros  debaixo de agua, em algumas cidades do Espirito Santo, das casas mal se via o telhado.

31 dezembro 2014

Bye Bye 2014



Eu não queria deixar de passar por aqui, e dizer para os meus 6 leitores (kkkk) que desejo a eles tudo de bom nesse ano que se inicia.
 Tenho corrido um pouco desde que cheguei no Brasil, porque quero terminar projetos nesta primeira quinzena de 2015, e começar outros pois a vida e assim, pensamos, projetamos e concluímos, e eolha que nem sou engenheira ou arquiteta.
Hoje não quero me arrepender do que passei, quero ter esperança no futuro (clichê não?) mas a vida é assim mesmo. Tenho percebido que sem metas a vida não evolui, e não tem sentido, e esse vazio que sinto tão grande (não não é fome) vai sumir.

09 dezembro 2014

Espírito de Natal





Minha casa com luzes, adoro as luzes.
Noticias do lado verde amarelo!
Estou no Brasil,  para as férias (oi, cadê você?), costumo dizer que esposa, dona de casa e as mães não descansam, se não estiverem em um Hotel. Engraçado como sempre temos coisas a fazer, e mesmo que formos ao salão dar um trato nas unhas ou cabelos, temos que dar duro, porque a comida e as roupas não se ajeitam sozinhas! E parece que as minhas unhas nunca duram pintadas , principalmente quando estou de férias. Vida diária a parte. A parte boa e que fico em casa no Brasil por um tempo, a parte ruim, a mudança ainda não chegou nem aqui e nem na Noruega (ah sim, tive que dividir em 2 partes e acomodar roupas e coisas para cada país).
Enquanto estou aqui curtimos o natal, o fato dos meus 3 filhos estarem juntos, ficar com a mama e o marido, e relaxar (o quanto é possível). Vou ficar um tempo aqui, porque preciso esperar 3 meses para os filhotes peludos poderem ir pra casa comigo.